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quinta-feira, 9 de junho de 2011

/uma boa companhia


Não é porque está chegando o Dia dos Namorados que ter uma boa companhia é tudo de bom, mas vamos combinar, em qualquer data, em qualquer lugar, em qualquer ocasião, uma boa companhia é indispensável.

Pensando nisso, a Nordweg, uma marca de produtos de couro do Rio Grande do Sul criou o Concurso Cultural Uma Boa Companhia. Para participar, basta tirar uma foto de um momento em que a Nordweg seja uma boa companhia e que represente algo importante para uma vida boa. É preciso aparecer na foto um produto Nordweg ou, se ainda não tiver uma, pode usar o brasão da marca no lugar do produto.

Criatividade é palavra de ordem e quem souber usá-la, ou seja, o autor da melhor foto, ganha uma mochila de couro para notebook. Todos os participantes que tiverem suas respectivas fotos aceitas ganham na hora 10% de desconto em compras na loja online.

Até dia 27 de junho, a foto deve ser enviada para e-mail (lojaonline@nordweg.com.br) e esta vai para álbum "Uma boa companhia" na página da marca no facebook. Em seguida, o participante deve compartilhar em seu mural a mensagem: “Acabei de mandar minha foto para o álbum Uma boa companhia da Nordweg!" seguida do link da foto.


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

/segundo round


Domingo passado fomos todos às urnas para depositar votos de confiança naqueles que consideramos bons o suficiente para nos representar. Marina Silva com quase 20 milhões de votos comprova esse fato, em contrapartida mais de 1,3 milhão de eleitores votaram em Tiririca. Fico imaginando o que esse enorme contingente de pessoas imaginou ao confirmar o voto ao palhaço. Já ouvi e li pessoalmente e pela internet, grande aleada, que foram votos de protesto. Mas protestando o que? Para protestar algo, é preciso saber o que realmento acontece, que consequências tem o tal protesto, porque senão a atitude se torna imbecil.

Prova disso é a falta de conhecimento da regra eleitoral da proporcionalidade de votos por legenda, o que permitiu que o palhaço mais votado do Brasil elegesse também o delegado Protógenes e mais dois. eu também não entendo porque ela existe, aliás a Lei Eleitoral brasileira é lastimável, dias antes da eleição ainda não sabíamos quais eram os documentos necessários para votar, até hoje não se sabe se os fichas sujas vão poder assumir o cargo ou não. É o caso de Paulo Maluf, corrupto confesso que teve quase meio milhão de votos. E ainda falando do Tiririca, ele pode ser impedido de assumir por suspeita de analfabetismo. Só agora suspeitam que ele não sabe ler nem escrever? Depois da campanha e da eleição? Francamente, é uma palhaçada!

Essa semana li uma nota sobre a repercussão da eleição no Brasil, na Reuters:

No joke! Illiterate clown triumphs in election 

Não é brincadeira! Palhaço analfabeto ganha eleição

"Voters the world over complain about having clowns for politicians, but Brazilians embraced the idea on Sunday by sending a real one to Congress with more votes than any other candidate.

Eleitores do mundo lutam para tirar palhaços da política, mas os brasileiros abraçaram a ideia e elegeram um no domingo com mais votos que qualquer outro candidato.

Agora temos o segundo round, no dia 31/10, o dia das bruxas, e teremos que escolher entre Serra e Dilma. Difícil escolha. Optar pelo menos pior, mais promissor, passado mais limpo, promessas melhores... Não sei. Por enquanto meu voto é nulo.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

/depois da Copa, as Eleições




De quatro em quatro anos, o Brasil vibra ao assistir aos jogos da Copa do Mundo e com o mesmo intervalo de tempo, o país escolhe representantes políticos, este ano, depois da euforia do mundial de futebol, os candidatos já começaram a corrida pela conquista de votos, a diferença, no entanto, da Copa para as Eleições é o entusiasmo do brasileiro empreendido nos dois eventos, ou melhor, a falta de entusiasmo que o cidadão tem com as eleições.

Mas a obrigação de escolher bem os políticos é como o dever do técnico em escalar a seleção, muitos brasileiros ficaram insatisfeitos com Dunga ao levar certos jogadores ao mundial, o Brasil viu-se então com 190 milhões de alternativas, opiniões e críticas, agora, porém, é a vez de cada cidadão escalar quem irá permanecer por quatro anos no poder. Presidente, governador, senador, deputado federal e estadual, cinco pessoas merecerão o voto e assim como no futebol, é preciso acompanhar, reclamar, reivindicar melhoras e mudanças nas atitudes e maneiras de atuar.

Ao todo serão eleitos 513 deputados federais, de acordo com o art. 45 da Constituição Federal o número total de deputados, bem como a representação por estado e pelo distrito federal, deve ser estabelecido por lei complementar, proporcionalmente à população, procedendo-se aos ajustes necessários, no ano anterior às eleições, para que nenhuma das unidades da federação tenha menos de oito ou mais de setenta deputados. A Lei Complementar nº 78, de 30 de dezembro de 1993, estabelece que o número de deputados não pode ultrapassar quinhentos e treze. O IBGE fornece os dados estatísticos para a efetivação do cálculo. O estado de Minas Gerais tem 53 vagas para deputados federais.

Para os cargos de deputado estadual, 77 candidatos serão eleitos e ocuparão a Assembléia Legislativa. Já o Senado Federal compõe-se de 81 senadores. Ao todo, são eleitos três senadores por estado, incluindo o Distrito Federal. Os senadores têm mandato de oito anos. De acordo com o artigo 46 da Constituição Federal, a representação de cada estado e do Distrito Federal é renovada de quatro em quatro anos, alternadamente, por um e dois terços. Cada senador é eleito com dois suplentes.
E para fiscalizar tanto político não é preciso ir a Brasília ou a Belo Horizonte, é possível por meio dos sites dos órgãos acompanhar as decisões, pesquisar propostas apresentadas por determinado candidato, receber informativos, enviar mensagens direcionadas aos políticos. Os sites são: Assembléia Legislativa de MG www.almg.gov.br; Senado Federal www.senado.gov.br e Câmara dos Deputados www.camara.gov.br.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

/patriotismo sazonal

A força que o futebol exerce sobre o Brasil é admirável. De quatro em quatro anos, homens, mulheres, crianças e velhos vivem a mais sincera emoção de ser brasileiro e de praticar algo tão esquecido em outras épocas: o patriotismo. Vestir a camisa do Brasil, pintar a cara de verde e amarelo, pendurar bandeiras brasileiras na janela, no telhado, no carro... Tudo isso contagia quem quer que seja, até mesmo aqueles que se dizem não torcer pela seleção penta campeã, lá no fundo devem sentir o gostinho de ser mais brasileiros em época de copa do  mundo.

Mas é curioso como o brasileiro, após a copa perde a fé no Brasil, principlamente na política, justamente aqueles que são responsáveis pelo progresso ou não do país. No último jogo BRASIL x CHILE, fiquei observando a análise técnica, tática e histórica do próximo adversário do Brasil, a Holanda de várias pessoas que estavam ali presentes naquele momento. Mais tarde, depois da euforia do resultado, puxei assunto sobre os candidatos a governador de MG e não há nenhuma análise sequer histórica dos políticos. Votar em  qualquer um, porque é obrigatório.

É no mínimo revoltante o patriotismo sazonal do brasileiro, mas tomara que nessas eleições o entusiasmo em querer que o Brasil conquiste resultados bons se estenda e que possamos antes de votar fazer restrospectos dos políticos e levar em contar resultados anteriores. #forçaBrasil

sábado, 26 de setembro de 2009

Marqueteiro da campanha de Obama agora trabalha com o PT

O marqueteiro político, Ben Self, responsável pela estratégia de campanha na internet do presidente norte-americano Barack Obama fechou contrato com o PT para as eleições do ano que vem. Self revolucionou as campanhas políticas ao utilizar a internet como principal ferramenta para promover o candidato e arrecadar doações. O próximo desafio é promover a ministra Dilma Rousseff à presidente do Brasil. Segue abaixo a entrevista que Ben Self concedeu ao portal Terra.


Você tem diploma do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e é, na realidade, um especialista em tecnologia. Como se envolveu com campanhas políticas? O meu background é em ciência da computação e tenho diplomas de graduação e pós-graduação do MIT. Depois de me formar, trabalhei por muitos anos como especialista em tecnologia para bancos, seguradoras e grupos afins. Em 2003, me mudei para o Estado de Vermont para trabalhar na campanha presidencial de Howard Dean. Após isso, eu e três colegas fundamos a Blue State Digital, uma empresa especializada em tecnologia e política. Agora, somos uma empresa internacional com mais de 100 funcionários no mundo inteiro e servimos centenas de clientes.

Você acha que, atualmente, a internet é uma ferramenta fundamental para uma campanha eleitoral ter sucesso? Não existe um candidato que pense em lançar uma campanha sem usar a internet. É a marca de um candidato sério, bem como uma ferramenta importante. Sem ela, é como participar de uma batalha sem ter uma arma. Como você poderia fazer isso? Portanto, acho que é importante que os candidatos usem a internet para que tenham uma campanha eficaz.

Você esteve em Brasília há duas semanas. Chegou a conversar com o presidente Lula? Sim, estive em Brasília. Quanto a ter encontrado Lula, vou deixar que o partido dele fale sobre isso. Não me sinto à vontade para comentar sobre clientes ou clientes em potencial.

No momento, o Partido dos Trabalhadores é um cliente ou um cliente em potencial? Estamos trabalhando com o partido agora a fim de ajudar a fazer planos para a próxima eleição presidencial.

Você foi contratado pelo PT? Sim, estamos trabalhando com o partido.

Em nota divulgada nesta semana, o PT falou que você estava trabalhando com o publicitário João Santana e não com o partido. Isto é verdade?Vou deixar que eles deem informações específicas sobre isso. Apenas vou dizer que estamos trabalhando com a estratégia da campanha em geral.

Você chegou a se encontrar com a candidata do PT à presidência, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff? Não posso dar informações específicas. Para saber detalhes, é preciso falar com o partido.

Quando a campanha de Dilma Rousseff deve ter início na internet? Não vou discutir a estratégia em geral. Não seria inteligente fazer isso neste momento.

No Brasil, as pessoas não têm tanto acesso a computadores quanto nos EUA. Uma campanha com base na internet seria ainda assim eficiente? Claro que sim. Há milhões de pessoas no Brasil - acho que cerca de 60 milhões de pessoas - que têm acesso à internet. E quando você usa a internet, ela não é usada somente para convencer as pessoas, mas para incentivar quem apoia o candidato a ajudá-lo a ganhar a eleição. Mesmo se nem todas as pessoas têm acesso à internet, você pode usá-la para localizar seus simpatizantes que podem, então, falar com as pessoas que não têm acesso à internet. Tem mais a ver com engajar as pessoas do que com convencer as pessoas.

Você acha que será preciso que fique baseado no Brasil para conduzir a campanha ou pode fazer isso dos EUA? Isso ainda tem de ser determinado. Eu certamente gostei da minha estada no Brasil e retornarei ao país em algumas semanas.

Você está empolgado com este novo trabalho no Brasil? Certamente. Só de visitar o Brasil dá para notar que as pessoas estão entusiasmadas com a eleição que está por vir, são ativas na internet e estão animadas, pois os políticos podem usar a internet de modo mais eficiente. Acho que será uma grande oportunidade para o País.

Será preciso adaptar suas técnicas de campanha à realidade brasileira?Trabalhamos com diversos países. Cada um tem tópicos diferentes que devem ser empregados. Mas os aspectos básicos, como desenvolver relacionamentos transparentes e verdadeiros com as pessoas, fazem parte da natureza humana. Eles são iguais em todos os lugares.

Você trabalharia na campanha de um partido de direita?Provavelmente não. Não seria compatível com os princípios da nossa empresa.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O futuro da camapanha eleitoral na internet

Está marcada para hoje à tarde a votação sobre a reforma eleitoral, o tema mais discutido é a imposição de normas para campanhas na internet.

As regras propostas para a rede são: nos sites de notícia, fica permitida a propaganda paga só para candidatos à presidência da República. As empresas de comunicação na internet e páginas próprias de provedores ficam proibidas de fazer campanha ou propaganda eleitoral de graça; e não poderão usar imagens de pesquisas oficiais ou informais com entrevistas de eleitores.

Mas os blogs, assinados pelos autores, Orkut, Twitter e emails ficam liberados para a campanha. Os jornais impressos podem continuar sendo reproduzidos na internet integralmente como é hoje. A liberdade de expressão está garantida nas colunas e também o direito de resposta. Segundo informações G1.com.

O presidente do Senado se posicionou “A internet é uma tecnologia que veio para ficar e é impossível estabelecer qualquer controle. A concepção de rede significa que não tem um centro gerador que controle toda a rede. Cada um vai agregando, agregando, a rede vai se expandindo e não temos como controlá-la. Eu acho que nem se deve estabelecer normas nesse sentido porque, na realidade, é uma norma que não vai ter nenhuma condição de fiscalização".

O que será que os políticos temem com o poder da internet nas campanhas eleitorais? Talvez algo parecido com o que aconteceu nos EUA, a explosão de Barack Obama na rede e eleição deste.