quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O futuro da camapanha eleitoral na internet

Está marcada para hoje à tarde a votação sobre a reforma eleitoral, o tema mais discutido é a imposição de normas para campanhas na internet.

As regras propostas para a rede são: nos sites de notícia, fica permitida a propaganda paga só para candidatos à presidência da República. As empresas de comunicação na internet e páginas próprias de provedores ficam proibidas de fazer campanha ou propaganda eleitoral de graça; e não poderão usar imagens de pesquisas oficiais ou informais com entrevistas de eleitores.

Mas os blogs, assinados pelos autores, Orkut, Twitter e emails ficam liberados para a campanha. Os jornais impressos podem continuar sendo reproduzidos na internet integralmente como é hoje. A liberdade de expressão está garantida nas colunas e também o direito de resposta. Segundo informações G1.com.

O presidente do Senado se posicionou “A internet é uma tecnologia que veio para ficar e é impossível estabelecer qualquer controle. A concepção de rede significa que não tem um centro gerador que controle toda a rede. Cada um vai agregando, agregando, a rede vai se expandindo e não temos como controlá-la. Eu acho que nem se deve estabelecer normas nesse sentido porque, na realidade, é uma norma que não vai ter nenhuma condição de fiscalização".

O que será que os políticos temem com o poder da internet nas campanhas eleitorais? Talvez algo parecido com o que aconteceu nos EUA, a explosão de Barack Obama na rede e eleição deste.

Um comentário:

André Almeida disse...

Eles estão preocupados com a grande dimensão que a Internet proporciona