quarta-feira, 21 de março de 2012

/jornalistas da ficção

Pedro Fonseca e Miriam - Amor Eterno Amor

Já repararam como as novelas da vez têm jornalistas? Há personagens interpretando essa ingrata profissão em pelo menos três tramas atuais da rede Globo.

Estereótipos de jornalista que pode salvar o mundo com uma investigação, uma reportagem. É o caso da Miriam de Amor Eterno Amor. Esse é muitas vezes o sonho de muito jornalista por aí, ajudar a mudar, a melhorar o mundo, nem que seja um pouquinho!

Tem jornalista que está tentando um bom emprego, um salário mais digno, um lugar ao sol! Ahh e esse é o tipo mais comum Brasil afora! Na ficção, o papel é de Pedro Fonseca, repórter que sonha ir para o Rio de Janeiro tentar a vida na "cidade grande".

Na novela das 9h, quem pede passagem é o sensacionalismo, as fofocas, os paparazzi! Pelo número de revistas, sites, jornais e programas de TV sobre celebridades que existem, a demanda precisa mesmo ser atendida e pra quem leva jeito, não deixa de ser um emprego. Nada contra! Os repórteres Marcela e Belo Júnior representam bem o nicho!

Beto Júnior - Fina Estampa

Estudantes de Jornalismo também estão presentes nas novelas globais. Começa em Malhação, Cristal e Natália são as personagens. A primeira trabalha na rádio universitária e a segunda faz assessoria para uma ONG. Reparem na assessoria figurando livremente! Há quem defenda que assessoria não é jornalismo, o fato é que o mercado de trabalho para os profissionais nesta área são, realmente, muito mais promissores.

De volta à programação das 6h, a estudante Juliana, filha do dono de uma revista, fala sem rodeios que não dá muita bola pra faculdade não, afinal, se não precisa mais de diploma, resta a ela ficar antenada no que rola no mundo. Será mesmo?! Ainda bem que ela tem o pai para garantir o emprego, caso contrário...

 E você, consegue se identificar com algum?

Cristal - Malhação



quarta-feira, 7 de março de 2012

/próxima parada: Ouro Preto!


 Do ponto de partida lá no dia 08/06/2011, de um projeto ainda tímido até hoje, depois da conclusão, apresentação, aprovação e até formatura das jornalistas Ana Luiza, Jéssica, Juliana e eu!, o Webdocumentário A gente vai indo... agora está concorrendo ao Prêmio Expocom 2012 - Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação – um prêmio destinado aos melhores trabalhos produzidos por alunos de graduação.

O projeto vai concorrer na modalidade site jornalístico - revista digital, jornal online, etc. (conjunto/série), etapa regional, com outros trabalhos de jornalistas recém-graduados de São Paulo, Minas, Rio e Espírito Santo.

O prêmio acontece junto com o XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste - Intercom Sudeste 2012 - de 28 a 30 de junho na Ufop - Universidade Federal de Ouro Preto, em Ouro Preto/MG. E é pra lá que nós vamos!!!

Mas a equipe do webdoc A gente vai indo... não vai sozinha, nossos colegas, autores dos projetos experimentais Revista Território Multicultural e Vídeodocumentário Mais Um Dia também estão indicados ao prêmio! Vamos torcer, sorte a todos nós!

Ainda não assistiu ao webdoc A gente vai indo...? Os cinco episódios da série estão no blog do projeto: www.agentevaiindo.com.br

Vem com a gente!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

/agora é oficial: jornalista


Lá se foram quatro anos de muitas emoções. Surpresas boas e ruins, nada mau para uma jornalista que deve se acostumar com a verdade, nua e crua. Como diria o "rei", "se chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu vivi".

Uma jornada em que quase morri na entrega de cada trabalho e quase matei quem estava no meu grupo. Briguei, encrenquei, discuti com quase todo mundo: colegas, professores, funcionários! Sem contar nos estágios em que briguei com gente experiente por falta de experiência, mas aprendi, aprendi muito, aprendizados para a vida. Em outros, eu briguei porque tenho dificuldade em lidar com gente incompetente, mas entre uma discussão e outra (rs) a gente vai indo... E "A gente vai indo..." se tornou um sucesso, um projeto experimental inovador com parcerias certeiras, Ana Luiza, Juliana, Jéssica e professora Hellen. A gente chegou, e conosco vieram muitos planos e esperanças para enfrentarmos a realidade.

O que fica? Boas histórias e bons amigos! Fernando Pessoa disse que "tudo vale a pena se a alma não é pequena" Ah e como a alma é grande! Mesmo com a profissão desvalorizada pelo mercado, eu acredito nela e se o mercado é cruel, bora enfrentá-lo, afinal brigar é meu forte!

Aos meus colegas jornalistas Ana luiza Fernandes, Juliana Cunha, Jéssica Caixeta, Bruno Freitas, Renatha Pierini, Renan Barbosa, Edgar Barbosa, Bruna Rafaela e Edson Evaristo vamos fazer valer nosso diploma e contribuir para uma empresa, uma cidade, um país, um mundo melhor! Porque agora é oficial: somos jornalistas!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

/qualquer semelhança é mera coincidência!


Foca. Esse é o apelido para jornalistas recém-formados! Dizem as más línguas que o nome é porque este ser que acaba de sair da faculdade com pouca ou nenhuma experiência vive numa fria e se contenta com algumas sardinhas!!! É engraçado, mas é trágico também!

O negócio é focar na profissão que já foi uma das mais cobiçadas dos jovens nas décadas passadas e hoje figura entre as menos procuradas, por isso mesmo, exige muita criatividade, uma boa dose de persistência e o que podemos chamar de capacidade multimídia para conseguir um lugar ao sol, ainda que esse lugarzinho tenha um pouco de sombra!

Dizem que o começo é difícil mesmo, aliás qualquer semelhança é mera coincidência com Andy Sachs (Anne Hathaway) de O Diabo Veste Prada! "Minha filha, você se formou em Jornalismo e não está escrevendo nada?! Pai, eu escrevo email..."

E se você está achando que é drama, o assunto é também tema de comédia, o blog Desilusões Perdidas de Duda Rangel trata do assunto - não de ser um foca, mas da vida de jornalista mesmo - com muito humor. Sente só a descrição do perfil, já é engraçada! "Um jornalista desempregado, um homem abandonado pela mulher. Um ser humano em ruínas, que busca sua reconstrução. Até pouco tempo atrás, nada o motivava. Sua vida era tão alegre e vibrante quanto à dos protagonistas de filmes iranianos. Mas sem competência para o suicídio e sem dinheiro para fazer terapia, resolveu buscar sua redenção neste blog cheio de humor. Aqui, você vai encontrar um pouco do lado B do jornalismo e (por que não?) da vida também."